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Reajustes nos combustíveis: como funciona e qual a opinião de empresários e entidades do setor

O aumento nos preços de combustíveis é assunto polêmico e complexo porque envolve vários elementos, como mercados internacionais, ações governamentais etc. O objetivo deste artigo é esclarecer pontos importantes sobre o grande vilão por trás dos reajustes: os impostos, que prejudicam empresários e consumidores.

 

 

O ano de 2021 está apenas começando e, infelizmente, os aumentos no preço final dos combustíveis também. A gasolina, por exemplo, já subiu 13% e deve ficar ainda mais cara, o que é péssima notícia para todos os perfis de motoristas, especialmente para aqueles que trabalham dirigindo.

Portanto, que os reajustes são ruins, todo mundo sabe. O que muita gente não sabe é que os reajustes prejudicam inclusive os postos de gasolina, que não têm aumento na margem de lucro. O aumento nos preços significa apenas que empresas e consumidores estão pagando mais impostos, que são os grandes vilões contra o bolso de quem abastece. Entenda melhor como isso funciona, conhecendo a opinião geral de donos de postos e entidades representativas como a Minaspetro – Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Minas Gerais.

 

 

O impacto dos impostos no preço do combustível

 

O setor de combustíveis, especialmente os postos de gasolina, vem sofrendo os impactos diretos da pandemia desde o início de 2020. Com os períodos de quarentena, diminuíram drasticamente o número de veículos e passageiros em circulação. Consequentemente, caíram também o ritmo de abastecimento e demais fontes de renda de estabelecimentos revendedores de combustível. Com os recentes reajustes, ao contrário do que muitos podem pensar, a margem de lucro dos postos não aumenta. O resultado é justamente o oposto, porque ocorre um efeito dominó:

 

  1. Quando os preços sobem, as vendas diminuem;
  2. Com custos altos e vendas baixas, o posto necessita de mais capital de giro para manter o estoque padrão;
  3. Os poucos consumidores tendem a comprar no crédito ou débito, e não em dinheiro, o que gera aumento nos custos com taxas de cartões;
  4. Por fim, quando o preço do combustível está elevado, os impostos também sobem e, no fim das contas, empresários e consumidores sentem os reflexos negativos dessa sequência de fatores.

 

A imagem abaixo deixa bastante claro que, hoje, quase metade do preço final do combustível é formada por impostos. Empresários do setor e membros da Minaspetro concordam que a interferência do governo prejudica o livre mercado. O correto seria a Petrobras definir os custos a partir das variações do mercado internacional, sem ações estatais de tabelamento ou manutenção de preços artificiais. Infelizmente, não é o que acontece na prática.

Fonte: Minaspetro

 

Existe solução para o problema?

 

A resposta é sim. Há anos o setor de distribuição e revenda de combustíveis defende a revisão de tributos, principalmente os estaduais, e também maior padronização entre os estados, porque existem variações muito grandes de valores que prejudicam o consumidor e os postos localizados em regiões de fronteira, por exemplo. O primeiro passo para solucionar um problema é entender sua origem, e no setor de combustíveis o principal fator de alta são os impostos. Essa mudança depende do engajamento de empresários, representantes e motoristas em geral. A TAG preza pelo equilíbrio financeiro de seus clientes e apoia essa causa. Acompanhe nossas redes sociais para mais novidades.

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